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domingo, 22 de julho de 2012

Site Investigation / Critical State Soil Mechanics

"Site Investigation" by C.R.I. Clayton, M.C. Matthews and N.E. Simons

"Critical State Soil Mechanics" by A.N. Schofield and C.P. Wroth

http://www.geotechnique.info/

"The publications on this web site have been donated by their authors, in order that geotechnical engineers throughout the world can have free access to them. Please feel free to copy them, and pass them on to those who can make good use of them. Please help us to help more people by referencing your source."

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Dissertação de mestrado

Dissertação de mestrado do Engenheiro Lucas Amarante Constancio, membro do corpo técnico da empresa Helix Engenharia e Geotecnia Ltda:

Constancio, L. A.

Capacidade de carga de um modelo de fundação superficial em solo arenoso fofo com reforço de geotêxtil

RESUMO - Este trabalho visa avaliar o ganho de capacidade de carga de uma fundação superficial em areia fofa, através da inclusão de reforço de material geossintético. Para tanto, propõe-se observar o aumento da capacidade de carga do solo, com uma única camada de reforço em geotêxtil tecido, para uma fundação superficial do tipo sapata corrida. Através de um modelo reduzido que atende os critérios para atingir o estado plano de deformação, avalia-se a capacidade de carga do solo sem reforço, com reforço planar horizontal e faz-se uma nova proposta de disposição geométrica de tal elemento, buscando maior ganho de capacidade de carga e atenuação de deformações. O modelo reduzido é ensaiado no interior de um tanque que permite o acompanhamento das deformações através de sua face translúcida, além da aquisição dos dados de carga aplicada e recalque da fundação. Com a aquisição dos dados, é possível estabelecer comparações entre as diferentes situações analisadas, através da análise dos gráficos de carga-recalque. O trabalho mostra que é possível obter-se um ganho na capacidade de carga com inclusão do reforço e também que é possível chegar a capacidades de carga ainda maiores, apenas readequando a geometria do posicionamento do reforço com uma angulação do geotêxtil. Por fim, este trabalho contribui para a compreensão dos fatores envolvidos na complexa interação entre solo e reforço para fundações apoiadas sobre solos reforçados, campo este, que ainda precisa de refinamento, pesquisa, novas abordagens e contribuições.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Programa AOKI & VELLOSO (1975)

Programa para estimativa da capacidade de carga de estacas - AOKI & VELLOSO (1975)

1 - Método AOKI & VELLOSO (1975) (**)
2 - Dissertação de Mestrado - Prof Paulo José Rocha de Albuquerque (** : extraído página 53)
3 - Exercício Resolvido
4 - Planilha AOKI & VELLOSO (1975) alimentada com exercício resolvido

Obs.: Os autores recomendam a adoção de um fator de segurança global, que geralmente é igual a 2.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

As APPs associadas a nascentes: O que é uma nascente? Como identificá-la?

Autor do artigo: Álvaro Rodrigues dos Santos
Especialmente a partir da formulação e da aplicação da legislação ambiental protetora de mananciais a questão da definição teórica de uma nascente e de sua identificação e interpretação exata em campo apresentou-se como uma demanda frequente ao corpo técnico afim, geólogos, hidrogeólogos, geógrafos, hidrólogos. Percebeu-se, entretanto, que a prática profissional necessária ao cumprimento da nova responsabilidade não era para tanto exatamente suficiente e devidamente consagrada, o que tem constituído fator causal de muita controvérsia e desencontros legais a respeito.
A Resolução CONAMA (Conselho Nacional de Meio Ambiente) nº 303, de 20 de março de 2002, define em seu Artigo 3º as situações específicas em que são consideradas e constituídas as APPs, Áreas de Preservação Permanente:
Art. 3º Constitui Área de Preservação Permanente a área situada:
…………………………………………………………..
II – ao redor de nascente ou olho d`água, ainda que intermitente, com raio mínimo de cinqüenta metros de tal forma que proteja, em cada caso, a bacia hidrográfica contribuinte;

…………………………………………………………..
IV – em vereda e em faixa marginal, em projeção horizontal, com largura mínima de cinqüenta metros, a partir do limite do espaço brejoso e encharcado;
Especialmente para propriedades rurais e urbanas de menor porte, onde a disponibilidade de área para um determinado uso ou empreendimento é questão crucial e decisória, percebe-se a fundamental importância de uma exata interpretação do que possa a realmente se interpretar como uma nascente.
Para um comum e bom entendimento teórico e prático a respeito é indispensável recuperar uma definição conceitual indiscutível: toda nascente corresponde a uma manifestação em superfície da água subterrânea, entendida essa como a água contida em zona subterrânea de saturação, normalmente sustentada por uma camada geológica inferior impermeável. (A propósito, cumpre registrar a confusão terminológica que se estabeleceu entre as expressões água subterrânea e lençol freático, hoje comumente utilizadas como sinônimas. Em termos corretos, o lençol freático corresponde à superfície de separação da zona de aeração, superior, da zona de saturação, inferior, ou seja, corresponde à superfície hidrostática da água subterrânea. Porém, talvez seja melhor rendermo-nos á realidade e informalmente aceitarmos a referida confusão terminológica estabelecida).
O CONAMA, ratificando esse entendimento, conceitua claramente nascente como uma manifestação do lençol freático em superfície. Esta conceituação hidrogeológica pode ser constatada nos seguintes documentos:
- Resolução CONAMA nº 04, de 18.09.85, do:Olho d’água, nascente: Local onde se verifica o aparecimento de água por afloramento do lençol freático.
- Resolução CONAMA nº 303, de 20 de março de 2002 (substitui a 04/85):II – nascente ou olho d`água: local onde aflora naturalmente, mesmo que de forma intermitente, a água subterrânea;III – vereda: espaço brejoso ou encharcado, que contém nascentes ou cabeceiras de cursos d`água, onde há ocorrência de solos hidromórficos, caracterizado predominantemente por renques de buritis do brejo (Mauritia flexuosa) e outras formas de vegetação típica;
A excelente publicação “PRESERVAÇÃO E RECUPERAÇÃO DE NASCENTES”. Cartilha Técnica produzida pela Câmara Técnica de Conservação e Proteção aos Recursos Naturais (CTRN) dos Comitês das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, no Estado de São Paulo, trabalha com esse mesmo entendimento e define dois tipos de nascentes: a concentrada, ou olho d’água, e a espraiada, ou difusa (em outros documentos também denominada de vereda):
“Entende-se por nascente o afloramento do lençol freático, que vai dar origem a uma fonte de água de acúmulo (represa), ou cursos d’água (regatos, ribeirões e rios).
As nascentes localizam-se em encostas ou depressões do terreno ou ainda no nível de base representado pelo curso d’água local; podem ser perenes (de fluxo contínuo), temporárias (de fluxo apenas na estação chuvosa) e efêmeras (surgem durante a chuva, permanecendo por apenas alguns dias ou horas).
Pode-se, ainda, dividir as nascentes em dois tipos quanto à sua formação. Segundo Linsley e Franzini (1978), quando a descarga de um aqüífero concentra-se em uma pequena área localizada, tem-se a nascente ou olho d’água.
.………………………………………………….
Por outro lado, se quando a superfície freática ou um aqüífero artesiano interceptar a superfície do terreno e o escoamento for espraiado numa área o afloramento tenderá a ser difuso formando um grande número de pequenas nascentes por todo o terreno, originando as veredas.
Consideradas essas questões conceituais, percebe-se que o maior desafio técnico de profissionais da área, quando chamados a decidir sobre o caráter da presença de água livre ou de umedecimento na superfície de algum terreno, está em diagnosticar se essa água corresponde a uma manifestação da água subterrânea em superfície, ou não.
Vale a pena chamar a atenção para duas situações que normalmente confundem os observadores e os têm muitas vezes levado a equivocadamente as caracterizar como nascentes, com decorrente aplicação das disposições legais de uma APP, quando efetivamente não se trata de uma nascente.
A primeira refere-se a terrenos localmente de topografia plana ou bastante suave, com dificuldade natural de escoamento superficial de águas de chuva. Há nessas situações a possibilidade de formação de uma camada sub-superficial de argilas hidromórficas que, por sua grande impermeabilidade, dificultam a infiltração e proporcionam a sustentação de uma camada superficial saturada ou úmida, especialmente em períodos chuvosos. São situações que sugerem, erroneamente, uma classificação como nascente difusa. Um outro caso controverso diz respeito a olhos d’água intermitentes originados de águas de infiltração que, ao atravessar a zona superior do solo (zona de aeração) encontram obstáculos com menor permeabilidade ou mesmo impermeáveis, decorrentes da existência de variações geológicas internas horizontais ou sub-horizontais (uma lente argilosa, por exemplo, ou algum tipo de estrutura). Nessas condições essas águas de infiltração podem resultar na formação de “lençóis suspensos” ou “empoleirados” e acabam aflorando à superfície de um terreno declivoso antes de atingir o lençol freático propriamente dito. Uma situação que, pelas definições conceituais estabelecidas, também não pode ser caracterizada como uma nascente, ainda que sugira cuidados especiais de proteção.
Percebe-se do quadro descrito que a melhor e indispensável ferramenta para o exame de nascentes é o bom conhecimento da geologia e da hidrogeologia da região investigada. A natural não aplicação nesses casos, por fatores financeiros ou outros quaisquer, de investigações apoiadas em sondagens diretas e indiretas reforçam a importância essencial dessa forte base de conhecimentos geológicos.

Geól. Álvaro Rodrigues dos Santos (santosalvaro@uol.com.br)
Ex-Diretor de Planejamento e Gestão do IPT e Ex-Diretor da Divisão de Geologia
Titulação: Pesquisador V Sênior pelo IPT
Autor dos livros “Geologia de Engenharia: Conceitos, Método e Prática”, “A Grande Barreira da Serra do Mar”, “Cubatão” e “Diálogos Geológicos”
Consultor em Geologia de Engenharia, Geotecnia e Meio Ambiente
EcoDebate, 21/07/2009

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Estruturas de Contenção

Material de Apoio - Estruturas de Contenção

IC - 523 - Prof. Dr. Persio Leister de Almeida Barros

Arquivos:
- Programa da Disciplina
- Arquivos de Apoio Compactados (.rar) (*) (**)
- Aula 01
- Aula 02
- Aula 03

Links:
- Maccaferri: Downloads de softwares, Manuais técnicos, Catálogos, entre outros (área de Downloads)
- Material de apoio: Profa. Denise M. S. Gerscovich: Empuxos de terra / Estruturas de contenção
- Vídeos de apoio: Lateral Earth pressure Theories & Retaining Walls (Para acesso a todo o conteúdo do canal, visite o link: Geotecnia e Fundações - You Tube)

Obs.:
(*) Para descompressão de arquivos do tipo .rar, instale o programa
WinRAR na versão adequada de seu sistema operacional;
(**) Arquivos hospedados no
RapidShare, para download clique em FREE USER, espere o link do arquivo abrir e clique no botão download.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Índice de Suporte Califórnia (CBR):







A capacidade de suporte de um solo compactado pode ser medida através do método do índice de suporte, que fornece o “Índice de Suporte Califórnia - ISC” (California Bearing Ratio - CBR), idealizada pelo engenheiro O. J. Porter, no estado da Califórnia - USA.

Trata-se de um método de ensaio empírico, adotado por grande parcela de órgãos rodoviários, no Brasil e no mundo. O objetivo do ensaio é determinar: O índice de suporte Califórnia (CBR) e a expansão (E).

O ensaio CBR consiste na determinação da relação entre a pressão necessária para produzir uma penetração de um pistão num corpo de prova de solo, e a pressão necessária para produzir a mesma penetração numa mistura padrão de brita estabilizada granulometricamente. Essa relação é expressa em porcentagem. O ensaio pode ser realizado de duas formas: Moldando-se um corpo de prova com teor de umidade próximo ao ótimo (determinado previamente em ensaio de compactação); Moldando-se corpos de prova para o ensaio de compactação (em teores de umidade crescentes), com posterior ensaio de penetração desses mesmos corpos de prova, obtendo-se simultaneamente os parâmetros de compactação e os valores de CBR.

O ensaio do Índice de Suporte Califórnia foi padronizado no Brasil pela ABNT: NBR 9895/87.

Na Tabela 1 são apresentadas as cargas unitárias padrões relacionadas com as respectivas profundidades de penetração. O CBR (carga unitária de ensaio / carga unitária padrão) é em geral baseado na relação de cargas obtidas para a penetração de 2,5 mm do pistão na amostra. Entretanto, se a relação referente à penetração de 5 mm for maior, este será o número adotado para o CBR. Na Tabela 2 é correlacionada a classificação do solo, segundo os sistemas unificado e AASHTO, com o número de CBR.

A capacidade de suporte de um solo compactado pode ser medida através do método do índice de suporte, que fornece o “Índice de Suporte Califórnia - ISC” (California Bearing Ratio - CBR), idealizada pelo engenheiro O. J. Porter, no estado da Califórnia - USA.

Trata-se de um método de ensaio empírico, adotado por grande parcela de órgãos rodoviários, no Brasil e no mundo. O objetivo do ensaio é determinar: O índice de suporte Califórnia (CBR) e a expansão (E).

O ensaio CBR consiste na determinação da relação entre a pressão necessária para produzir uma penetração de um pistão num corpo de prova de solo, e a pressão necessária para produzir a mesma penetração numa mistura padrão de brita estabilizada granulometricamente. Essa relação é expressa em porcentagem. O ensaio pode ser realizado de duas formas: Moldando-se um corpo de prova com teor de umidade próximo ao ótimo (determinado previamente em ensaio de compactação); Moldando-se corpos de prova para o ensaio de compactação (em teores de umidade crescentes), com posterior ensaio de penetração desses mesmos corpos de prova, obtendo-se simultaneamente os parâmetros de compactação e os valores de CBR.

O ensaio do Índice de Suporte Califórnia foi padronizado no Brasil pela ABNT: NBR 9895/87.

Na Tabela 1 são apresentadas as cargas unitárias padrões relacionadas com as respectivas profundidades de penetração. O CBR (carga unitária de ensaio / carga unitária padrão) é em geral baseado na relação de cargas obtidas para a penetração de 2,5 mm do pistão na amostra. Entretanto, se a relação referente à penetração de 5 mm for maior, este será o número adotado para o CBR. Na Tabela 2 é correlacionada a classificação do solo, segundo os sistemas unificado e AASHTO, com o número de CBR.

Ensaio de compactação

Ensaio de Compactação – Proctor Normal (Intermediário) e Modificado.

Segundo Barros (1997), vários tipos de obras em solos, tais como construções de estradas de rodagem, barragens, muros de arrimo e aeroporto exigem movimentos de terra (terraplenagem) constituídos por cortes e aterros executado pelo homem. Os solos destinados aos aterros deverão ser, invariavelmente, compactados.

A COMPACTAÇÃO do solo é desejável por 3 razões primordiais:

1 – Diminuir a compressibilidade do solo, a fim de evitar recalques excessivos.

2 – Aumentar a resistência ao cisalhamento.

3 – Diminuir a permeabilidade

A compactação de um solo é a sua densificação por meio de equipamento mecânico, geralmente um rolo compactador, embora, em alguns casos, como em pequenas valetas, até soquetes manuais possam ser empregados.

Um solo, quando transportado e depositado para a construção de um aterro, fica num estado relativamente fofo e heterogêneo e, portanto, além de pouco resistente e muito deformável, apresenta comportamento diferente de local para local. A compactação tem em vista estes dois aspectos: aumentar a intimidade de contato entre os grãos e tornar o aterro mais homogêneo. O aumento da densidade ou redução do índice de vazios é desejável não por si, mas porque diversas propriedades de solo melhoram com isto (PINTO, 2002).

A compactação é empregada em diversas obras de engenharia, como os aterros para diversas utilidades, as camadas constitutivas dos pavimentos, a construção de barragens de terra, preenchimento com terra do espaço atrás de muros de arrimo e preenchimento das inúmeras valetas que se abrem diariamente nas ruas das cidades. O tipo de obra / solo disponível vão ditar o processo de compactação a ser empregado, a umidade em que o solo deve se encontrar na ocasião e a densidade a ser atingida, tendo como objetivos reduzir futuros recalques, aumentar a rigidez e a resistência do solo, reduzir a permeabilidade, etc.

O inicio da técnica de compactação é creditada ao engenheiro norte americano Proctor que, em 1933, publicou suas observações sobre compactação de aterros, mostrando que, aplicando-se certa energia de compactação, a massa específica resultante é função da umidade em que o solo estiver. Quando se compacta com umidade baixa, o atrito entre as partículas é muito alto e não se consegue uma significativa redução de vazios. Para umidades mais elevadas, a água provoca certo efeito de lubrificação entre as partículas, que deslizam entre si, acomodando-se num arranjo mais compacto.

Na compactação, as quantidades de partículas e de água permanecem constantes; o aumento da massa especifica corresponde à eliminação de ar dos vazios. A saída do ar é facilitada porque, quando a umidade não é muito elevada, o ar se encontra em forma de canalículos intercomunicados. A redução do atrito pela água e os canalículos permitem uma massa específica maior quando o teor de umidade é maior. A partir de certo teor de umidade, entretanto, a compactação não consegue mais expulsar o ar dos vazios, pois o grau de saturação já é elevado e o ar está ocluso. Há, portanto para a energia aplicada, certo de teor de umidade denominado umidade ótima, que conduz a massa especifica seca máxima.

Dos trabalhos de Proctor surgiu o Ensaio de Compactação, universalmente padronizado, que é mais conhecido como ensaio de Proctor. O ensaio de Proctor foi padronizado no Brasil pela ABNT: NBR 7.182/86.

Os ensaios de Proctor Normal e Proctor Modificado se enquadram na categoria da compactação dinâmica, e são comercialmente, os de uso mais comum em laboratórios de solos.

No controle da compactação em campo é comum o emprego das seguintes técnicas: Fiscalização do número de passadas do equipamento de compactação, da espessura da camada e da umidade. Também é realizada a observação cuidadosa do produto final, isto é, o grau de compactação, o desvio de umidade e o índice de vazios da camada compactada. Tudo isso baseado nos resultados dos ensaios de laboratório.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Matéria sobre Investigação Geotécnica no Correio Popular



Investigação geotécnica evita problemas estruturais

Sheila Vieira / Correio Popular
Publicada em 24/07/2008

Fonte: RAC

"A cada 10 obras residenciais, em menos de três casos os proprietários se preocupam com a sondagem do solo, calcula Douglas Constancio, professor de Geologia Aplicada à Engenharia na Pontifícia Universidade Católica (PUC-Campinas) e engenheiro civil atuante há 32 anos no mercado ..."

"... O engenheiro atualmente trabalha com o filho Lucas Amarante Constancio, na Helix Engenharia, e aconselha que a sondagem deve ser feita pelo arquiteto e engenheiro conforme os projetos arquitetônicos e estruturais. "É recomendado optar por empresas tradicionais com um corpo técnico respeitado e atuante no meio geotécnico e com registro no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea), tanto da empresa quanto do profissional" , explica o docente da PUC- Campinas ..."

"... O valor para realizar uma investigação no subsolo por sondagens a percussão em uma obra residencial fica abaixo de 1% do custo total da obra, informa Constancio. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) orienta, por meio da norma NBR 8036, a quantidade de três furos de sondagem para terrenos com área entre 200 e 400 metros quadrados, e pelo menos três perfurações para áreas com 400 a 600 metros quadrados ..."

"... "O número de sondagens deve ser suficiente para fornecer um quadro, o melhor possível, da provável variação das camadas do subsolo do local em estudo" , recomenda o professor de universidade. Nas obras residenciais, a localização dos furos de sondagem deve ocorrer nos locais de maior concentração de carga estrutural informada no projeto estrutural, como caixa de escada, caixa d’água e grandes vãos ..."

" ... Constancio explica que, em virtude da grande variação de solo em Campinas, não há como definir um subsolo padrão, daí a importância da investigação geotécnica para viabilizar ou não a implantação de um empreendimento em determinada área. Na verdade, não há um tipo de solo mais adequado, mas sim uma fundação mais adequada ao local da residência ..."

"... Conforme o docente, as areias compactas a muito compactas e argilas rijas a duras representam solos com maior capacidade de suporte de carga e menos susceptíveis a "grandes" deformações. Em contrapartida, as argilas moles e areias fofas representam solos "menos resistentes" e com menor capacidade de suporte de carga e mais susceptíveis a "grandes" deformações ..."

Essa foi mais uma matéria com a participação dos profissionais da Helix Engenharia sobre Investigação Geotécnica, confira o conteúdo na íntegra nos links abaixo:

http://www.cpopular.com.br/
http://www.cpopular.com.br/classificados/2008/07/24/materia_cls_231825.asp

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Vídeos sobre sondagem a percussão

Vídeos comentando vários tópicos sobre sondagem a percussão:

Explicação enviada pelo Professor Ronaldo da Silva Ferreira:

"O vídeo (dvd) Sondagem a Percussão SPT é um material de estudo, com compromisso com a aprendizagem. Por este motivo ele difere em muito de um documentário. É um material didático. Por isso ele foi distribuído gratuitamente para mais de 80 cursos de Engenharia Civil em todo o Brasil e também no exterior, e continua disponível para doação institucional. A iniciativa de colocá-lo no YouTube foi bem-vinda, no entanto deverá ser entendida como apenas uma demonstração do material e de seu potencial para ser usado como ferramenta pedagógica. Maiores informações sobre a doação está na página http://geotecnia.ufsc.br/portugues/novidades/index.html>. Nesta mesma página também está a lista de contatos geotécnicos no Brasil que já receberam o vídeo (dvd) por doação."

Parte 1:


Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=eOZwDLGa0fA
Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=3Gdt2XkjUSw

Créditos:
Professor Ronaldo da Silva Ferreira - Geotecnia - UFSC

Obs.:
Para mais vídeos sobre sondagem a percussão e acompanhamento do processo passo a passo: http://www.youtube.com/view_play_list?p=26C0D38D0BAD7F75 (Conteúdo produzido e editado pela equipe da Helix Engenharia)

terça-feira, 31 de julho de 2007

Estabilidade de Taludes Naturais e de Escavação



Livro: Estabilidade de Taludes Naturais e de Escavação
Autor(a): Guido Guidicini, Carlos Manoel Nieble
Editora: Edgard Blücher
ISBN: 8521201869
Nº de páginas: 216
Formato: 16x23cm
Encadernação: Brochura
2ª edição, 1984; 4ª reimpressão, 2006

Este livro trata, basicamente, do estudo e da análise de estabilidade de taludes em encostas naturais e em paredes de escavações em solo ou rocha. Os taludes de maciços compactados, tais como os de barragens de terra, enrocamento, aterros para rodovias, ferrovias etc., por envolverem métodos de projeto e técnicas de construção especiais, não foram considerados neste trabalho.

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Deslizamento de talude em Congonhas

Parece mentira mas ...

O talude da cabeceira da pista principal do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, sofreu um deslizamento de terra por volta 17h50 desta segunda-feira (23/07/2007).
Veja a reportagem na íntegra:
Clique no link abaixo (assista ao vídeo) para saber mais sobre deslizamento de taludes:

Manual de Especificações e Procedimentos da ABEF

Dica!!!
O Manual ABEF (Associação Brasileira de Empresas de Engenharia de Fundações e Geotecnia) se constitui num verdadeiro Código Prático, o qual abarca todos os principais serviços prestados pela empresas executoras de fundação e geotecnia, contemplando os seguintes aspectos:

a) Documentação técnica para execução e controle;
b) Especificações para recebimento e armazenamento de materiais;
c) Especificações, tipos, quantidade e manutenção dos equipamentos;
d) Quantificação e qualificação das equipes;
e) Procedimentos executivos e formas de avaliar os serviços;
f) Usos de equipamentos de segurança.


Confira no link abaixo:

MANUAL DE SONDAGEM

Outra referência importante (que não contempla somente a sondagem a percussão) para as empresas executoras de sondagem é o:

MANUAL DE SONDAGEM
Antigo Boletim nº 3 - Revisado - 4ª edição, 73 pág.

Este Manual tem por objetivo orientar a execução da maior parte das atividades rotineiras relacionadas às sondagens geológico-geotécnicas. Tendo um formato genérico, é imprescindível que, na sua utilização, prevaleça sempre o julgamento criterioso de sua aplicabilidade, total ou parcial, de maneira a se tornar adequado às inúmeras situações e objetivos de uma investigação geológico-geotécnica específica.

Conteúdo:
Apresentação
Introdução
1- Sondagem a trado
2- Poço e trincheira de inspeção em solo
3- Sondagem a percussão
4- Ensaios de permeabilidade em solo
5- Sondagem rotativa
6- Ensaios de perda d´água sob pressão
7- Amostragem integral
8- Sondagem (perfuração) a rotopercussão
9- Outros equipamentos
10- Sugestão de critérios para medição
11- Sugestão para montagem de planilhas de preços para serviços de sondagens
12- Bibliografia
13- Figuras
14- Modelos de Boletins e Perfis


Para adquirir o manual visite os links abaixo:
http://www.abge.com.br/ - ABGE
http://www.abge.com.br/boletins.htm

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